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Modos de cuidar e se movimentar: experiências etnográficas entre indígenas, quilombolas e agricultoras familiares - Rodica Weitzman, Emília Pietrafesa de Godoi e Arianne Rayis Lovo

  • Foto do escritor: Núcleo GERU
    Núcleo GERU
  • 8 de nov. de 2024
  • 1 min de leitura

RESUMO

Com base em etnografias realizadas em diferentes contextos – povo Pankararu em Pernambuco e São Paulo, quilombolas de Alcântara/MA e agricultoras agroecológicas do leste de Minas Gerais –, propomos, neste artigo, que os “modos de cuidar” fazem parte de uma ética de relacionamentos que envolve seres tangíveis – homens, mulheres, plantas e a terra – e seres intangíveis, como os encantados. E, ainda, que há práticas de cuidado relacionadas a “movimentos” que se realizam com intensidades e ritmos variados. Nos contextos trabalhados, os modos de cuidar, enquanto eixo organizador de relações sociais, são protagonizados pelas mulheres, embora não sejam restritos ao universo feminino, e são compreendidos em suas dimensões afetivas e disruptivas. Ao trazer a relação entre “movimento e cuidado”, nosso propósito é contribuir com uma nova perspectiva para os debates que têm sido realizados sobre estes temas.

PALAVRAS-CHAVE

modos de cuidar, movimento, mulheres, Pankararu, quilombolas, agricultoras familiares



AUTORAS


Rodica Weitzman

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro | Rio de Janeiro, RJ, Brasil


Emília Pietrafesa de Godoi

Universidade Estadual de Campinas |Campinas, SP, Brasil


Arianne Rayis Lovo

Universidade Estadual de Campinas |Campinas, SP, Brasil





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